Agora, quem sabe... Nunca.
Atestado assinado
Está tudo assassinado
Eu matei o impossível
Esganei o passado
joguei no chão, estraçalhei
minha essência invadida
por um vidro quebrado,
nunca pensei,
ser amigo do frio na barriga
ser amigo do beijo roubado,
dessa vez eu ganhei
esganei o passado,
derramei , a libido,
desfigurado ,no chão frio,.
Arruinei o incerto ,
fiz dele o improvável.
Hoje, o incesto prevalece
E quando não suportares,
Reze uma prece.
Não peque, minha amiga.
Ou será algemada
Quem sabe ao meu lado.
Já cometi um pecado.
Esganei, matei, confesso um assassinato
Assino o atestado,e grito ,
Fui eu!
Que fiz do doce, seu doce amargo.
(M.Seba)
terça-feira, 13 de abril de 2010
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