Por Acaso.
Por acaso te encontrei
E você estava lá, linda, desculpe falar
Por acaso não pude deixar de notar
Disfarçada no capuz de pano
Um casaco destoando aquele rico cenário
Por acaso, não parei pra pensar
Por trás , tirei a quente manta,
Meu cheiro me anunciava.
Meu abraço, delatava-me mais uma vez,
Beijando-te ,ao sussurro de palavras bandidas ,
Envolvendo seu corpo, no conforto de palavras amigas
Embebedava-me no sabor da sua saliva
O seu pescoço ,aos poucos derretendo em meus lábios
Eu juro, ali pude sentir sua carne viva.
Não sei se por acaso,mas recobri seus seios a transparecer
E não pude nem agradecer o próprio acaso
Que por acaso me fez hoje ,perceber
Que nosso caso, foi o acaso disfarçado em forma de ser.
(M.Seba)
terça-feira, 13 de abril de 2010
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